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Pena reduzida para quem assaltar com faca


STJ aplica nova lei e afasta majorante do roubo com uso de arma branca

Com base na Lei 13.654/2018, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça afastou a majorante pelo emprego de arma branca e reduziu a pena imposta a um condenado por tentativa de roubo. Segundo o colegiado, a nova lei que extirpou o emprego de arma branca como circunstância de aumento da pena no delito de roubo deve ser aplicada ao caso para beneficiar o réu, cujo crime foi praticado antes de sua edição.

O Universo feminino das artes marciais


Já se foi o tempo em que somente os homens utilizavam à prática de artes marciais como um meio de encontrar o equilíbrio necessário para enfrentar os desafios diários que a vida moderna oferece. Engana-se quem ainda pensa que as mulheres são o sexo frágil. As mulheres são fortes, determinadas, guerreiras e sabem lutar pelo que querem. Mulher é assim: Vai lá e faz, tem que dar certo. Uma nova mania tem tomado das academias de todo o país.

Arte marcial deixa cérebro mais rápido e mais forte, diz estudo

Quebrar tijolos com a mão requer controle mental e não força.
Atletas mais avançados têm cérebros mais rápidos.


O poder cerebral, e não a força bruta, pode explicar que os especialistas em caratê consigam quebrar tijolos com um simples golpe com a mão, afirmaram cientistas, segundo os quais anos de treinamento em artes marciais alteram o cérebro.

Os 47 Ronins


Em 4 de fevereiro de 1703, samurais que conduziram uma guerra de vingança por uma ofensa a seu senhor feudal encontravam seu fim, honrado, cometendo sepukku. Conheça este legendário episódio da história do Japão.

No início do século 18, o Japão era governado por Tokugawa Tsunayoshi, bisneto de Tokugawa Ieyasu, um dos principais responsáveis pela unificação do país e o primeiro xogum de seu clã. Tsunayoshi pouco lembrava o bisavô, o destemido senhor da guerra que havia eliminado todos os inimigos e submetido o país à força de sua espada. Livre de grandes preocupações políticas ou militares, Tsunayoshi gastava seu tempo promovendo estudos religiosos e incentivando a arte.

Ninjutsu no "Mais Você"

Um repórter do programa da Ana Maria Braga da Rede Globo visitou uma escola de Ninjutsu no japão.

No link (clique aqui ou na foto acima) estão disponíveis vários vídeos de uma reportagem especial sobre curiosidades do Japão exibidas no programa "Mais Você" e o nono vídeo fala sobre "Sabe o que é o Ninjutsu e o Asakussá? Descubra:".

Reportagem no Portal da Faculdade IESB

Ninjutsu mistura defesa pessoal com armas dos ninjas japoneses

Arte marcial com origem no Japão feudal envolve teoria e prática e inclui instrumentos como bastões, espadas, porretes e correntes

Foi-se o tempo em que os ninjas pareciam estar distantes da  sociedade. Antes, vistos apenas nos desenhos, seriados e filmes, quase todos de origem japonesa, hoje eles podem ser encontrados na organização Shinobi Keiko Kai, na 312 sul. Com indumentária um tanto distinta das que os ninjas da televisão utilizavam, os alunos praticantes da arte marcial denominada Ninjutsu recebem treinamento prático e teórico embasado nos conceitos dos soldados dos feudos japoneses. As armas são quase as mesmas. Bastões, espadas, correntes e porretes são usados como objetos para melhorar a movimentação das mãos e braços, garantindo a habilidade necessária para colocar em prática os golpes e as finalizações do esporte, se for preciso. Não existe, no entanto, contato físico enquanto são manuseadas.

Shinobi Keiko kai no Correio Braziliense

Foi publicado no Correio Braziliense de terça-feira, 01 de abril de 2014, uma reportagem sobre Defesa Pessoal onde foram entrevistados professores do Sistema Shinobi Keiko kai. A reportagem pode ser lida no link: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2014/04/01/interna_ciencia_saude,420558/tecnicas-de-defesa-pessoal-orientam-as-pessoas-a-manterem-a-tranquilidade.shtml


Leia a matéria completa:

Para se sentir mais seguro

Técnicas de defesa pessoal orientam as pessoas a manterem a tranqulidade e a agirem da melhor forma para se protegerem em situações de violência. Os treinos, contam os alunos, tornam a vida na cidade menos ameaçadora

Publicação: 01/04/2014 04:00

Agir, só quando for realmente preciso. E com o objetivo não de derrotar um adversário, mas de sair vivo e ileso de uma situação de perigo. Assim pode ser resumida a filosofia por trás das técnicas de defesa pessoal, práticas cada vez mais procuradas por pessoas que não buscam o confronto com outras pessoas, mas uma sensação maior de segurança em meio a índices cada vez maiores de violência nas cidades.

Apesar de incorporar alguns movimentos e golpes das artes marciais de competição, os métodos de defesa priorizam sempre a segurança do praticante. E isso pode significar ter a calma para avaliar a situação e optar por não agir. O trabalho emocional, portanto, é crucial. “A competição de quem faz defesa pessoal é com ele mesmo, contra as próprias reações e limitações”, resume o sensei Renan Zerbini, que dá aulas de uma técnica criada por ele mesmo, o shinobi keiko kai.

Nas aulas, que são ministradas da mesma forma a todos os alunos, independentemente de grau de instrução, sexo ou idade, o foco é o equilíbrio entre mente e corpo. “Se você consegue se manter tranquilo em situações de estresse, é capaz de pensar em opções melhores do que simplesmente o embate físico. E é isso que tentamos ensinar aos alunos: que sempre existem alternativas para a força e a agressividade”, explica.

Engenheiro agrônomo, Zerbini ensina a técnica de defesa por hobby. As técnicas apresentadas por ele, na verdade, são resultado de um apanhado feito em diversas artes marciais. “Sempre pratiquei luta, mas percebia que faltava um pouco de objetivo, já que a ideia não era ser um esportista de competição. Foi, então, que eu comecei a criar a modalidade shinobi keiko kai, unindo técnicas que de fato poderiam ser utilizadas em situações cotidianas”, esclarece.

O bacharel em direito Felipe Della Giustina, 25 anos, acompanha o sensei desde 2002. Hoje, ele é faixa preta do segundo dan (veja glossário), o que o permite trabalhar como instrutor na primeira parte da aula, hora do aquecimento e da execução de movimentos mais básicos. “Meu interesse sempre foi aprender a me defender. Mas encontrei na defesa pessoal um equilíbrio psicológico que eu jamais havia experimentado. Eu era um garoto muito agitado”, conta.

Morador do Park Way, Felipe sempre teve de percorrer um longo caminho de casa até a academia. A distância, porém, nunca o fez desanimar. “Eu já havia feito outras artes marciais, como judô e MMA, e sabia dos benefícios que essas práticas traziam tanto para o meu desenvolvimento físico quanto para o psicológico. Por isso, sempre bati o pé e cheguei aonde cheguei aqui dentro”, garante. Hoje em dia, o jovem considera o aprendizado adquirido nas aulas de defesa pessoal como determinante para a construção de sua personalidade.

O psicólogo Renato Miranda é instrutor em Brasília de uma modalidade denominada kombato, ensinada a militares da Marinha e da Aeronáutica, assim como funcionários das áreas de segurança das maiores empresas do país. “Além de aparelhar tecnicamente o cidadão para defender a si mesmo e seus entes queridos, nós também o preparamos psicologicamente. Ao conhecer os reais riscos aos quais está exposto e as formas de lidar com eles, a pessoa não só diminui a probabilidade de se tornar uma vítima, mas também de agir como um agressor”, explica. Isso, na opinião de Miranda, colabora com a formação de indivíduos conscientes e comprometidos.

Para ele, o principal benefício da prática de defesa pessoal, em comparação a artes marciais tradicionais, é a possibilidade de adquirir uma visão concreta e um treinamento funcional voltado especificamente para a realidade. “Claro que treinos mais tradicionais ou lúdicos têm sua validade, mas, quando se lida com uma ameaça real, é preciso saber exatamente o que funciona e o que não funciona, pois o que está em jogo é sua vida e de seus entes queridos”, avalia. Outro aspecto importante são as considerações legais, sempre estimuladas no aluno para que ele não passe de vítima a agressor por um simples excesso.


Felipe (D) pratica o shinobi keiko kai com Renan desde 2002: Encontrei um equilíbrio psicológico que eu jamais havia experimentado



De Israel para o mundo

Uma das técnicas de defesa mais conhecidas no mundo é o krav maga, desenvolvido em meados dos anos 1930 por Imi Lichtendfeld. Habitante de Bratislava, a capital da Eslováquia, ele unificou uma série de métodos para ensinar os habitantes do bairro judeu onde morava a se protegerem de ataques antissemitas, que se tornavam cada vez mais frequentes na época.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Lichtendfeld mudou-se para a Palestina, onde começou a fornecer treinamento de combate corpo a corpo para o grupo que se tornaria as Forças de Defesa do Estado de Israel, fundado em 1948. Nessa época, ele treinou 13 mestres que foram encarregados de espalhar a modalidade, que ganhou o mundo. O krav maga chegou ao Brasil em 1990, quando o mestre Kobi Lichtenstein desembarcou no Rio de Janeiro para a criação da primeira academia da América do Sul.

Hoje instrutora-chefe da técnica no Distrito Federal, Vanessa Ribeiro foi uma das alunas de Lichtenstein. “Eu me apaixonei imediatamente pela simplicidade e ciência da técnica. No Rio, naquela época, a situação da segurança pública era até pior do que a atual. Quando eu descobri a liberdade e a tranquilidade de me sentir segura, sem depender de mais ninguém, decidi que era aquilo que eu queria fazer para a vida toda”, conta Vanessa, que chegou a se formar em krav maga na Universidade de Winget, em Israel, antes de ser enviada a Brasília para difundir o método.

Para ela, a defesa pessoal, se ensinada à sociedade civil de maneira correta, pode contribuir para a queda dos índices de violência. “Isso se dá por dois motivos. Primeiro, porque estimula o comportamento defensivo, que ajuda o aluno a agir de modo a não se tornar uma vítima fácil. Em segundo, o krav maga dá o poder de escolha: se ele quer ou não estar ali”, aponta a primeira mestre do método de toda a Região Centro-Oeste.

A administradora Taísa Guimarães, 36 anos, pratica a defesa desde abril de 2009. Após ser assaltada por um casal armado, ela resolveu fazer uma aula experimental. “Eu me apaixonei pelo treino e comecei a praticar”, conta. “Hoje, eu me sinto muito mais segura. Não me coloco mais em situações de risco, e o meu condicionamento físico melhorou bastante. A minha postura perante as situações da vida, quaisquer que sejam, também melhorou. Sou mais firme em minhas palavras e atitudes”, conta.

Taísa concorda que o krav maga tem o potencial de reduzir a violência nas cidades. “Acho que pode contribuir por ensinar como evitar confusão, briga, atrito, ou por simplesmente tornar o aluno uma pessoa mais controlada e calma. Até porque o praticante sabe que se, ele decidir reagir, em último caso, o agressor sofrerá graves danos físicos”, diz.

Glossário

Dan
É a denominação de cada um dos graus de maestria atribuídos a alguém no sistema de avaliação Dan-i, criado por Honinbo Dosaku (1645–1702) para o jogo Go e que depois foi adaptado para as artes marciais japonesas por Jigoro Kano. Neste último, atingir o nível de dan significa ultrapassar os níveis mais básicos de aprendizado. A partir daí, o praticante começa a usar um distintivo, geralmente um cinturão preto. Em algumas escolas, o portador do primeiro dan pode se tornar instrutor

Dojo
É o local onde se treinam artes marciais japonesas. Muito mais do que uma simples área, o dojo deve ser respeitado como se fosse a casa dos praticantes. Por isso, é comum fazer uma reverência antes de entrar no lugar, tal como se faz nos lares japoneses

Sensei
Palavra japonesa que pode ser traduzida como professor. Literalmente, significa “aquele que veio antes”. A expressão é usada por alunos de artes marciais para se referirem ao seu mestre



CorreioWeb
Publicação: 01/04/2014 04:00
http://impresso.correioweb.com.br/app/noticia/cadernos/saber-viver/2014/04/01/interna_saberviver,122319/para-se-sentir-mais-seguro.shtml

Difícil e polêmico, curso do Exército treina militares para guerra na selva


G1 acompanhou parte do curso do Centro de Instrução de Guerra na Selva.
Treinamento realizado na Amazônia já teve mortes, a última delas em 2008.

Mesmo sem ter inimigos entre as nações vizinhas, o Brasil mantém há quase 50 anos um difícil e controverso treinamento militar na floresta amazônica. O objetivo é preparar brasileiros e estrangeiros para guerra na selva, mas os militares são treinados também para combater narcotraficantes, madeireiros e garimpeiros ilegais, além de manter afastados da fronteira guerrilheiros das Farcs.

O repórter Kleber Tomaz acompanhou uma das fases do curso do Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), que já registrou mortes ao longo de sua história, a última em 2008.

Clique aqui ou na imagem para conhecer etapas e história do curso, além de ver ilustrações, vídeos e fotos com detalhes dos exercícios na selva.


Kleber Tomaz
Do G1, em Manaus
19/08/2013 06h51 - Atualizado em 19/08/2013 06h51
http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/08/dificil-e-polemico-curso-do-exercito-treina-militares-para-guerra-na-selva.html